O amor

Ontem tava lendo esse post aqui (aliás, o site Brain Pickings é muito bom) e me deparei com uma descrição curiosa desse sentimento tão falado, “medido” e desacreditado. O título do texto já diz: o amor é uma linguagem que se aprende. Já parou pra pensar nisso?

Leo Buscaglia escreveu Love: what life is all about em 1969 baseado nos ensinamentos de uma disciplina que ele lecionava na University of Southern California, nos Estados Unidos. Ele defendeu com muitos argumentos que o amor é algo que o ser humano aprende. Ou seja, todos nós nascemos com o potencial de amar, mas a gente não nasce sabendo o que é esse sentimento e como lidar com ele. Ao longo da vida as interações sociais e afetivas devem nos ensinar o que é o amor, só que isso nem sempre acontece, não é algo automático.

All you need is…

 

Outra coisa que Buscaglia diz é que o montante de amor que vamos experimentar está diretamente ligado com a nossa força de vontade e a quanto a gente investe nessa emoção. E que o amor não é apenas um sentimento ou emoção, é também uma reação, uma resposta a uma emoção e assim é também uma expressão do que se é sentido.

“Love is a dynamic interaction, lived every second of our lives, all of our lives.” | “Amor é uma interação dinâmica, vivenciada a cada segundo de nossas vidas, por toda a vida.”

Acredito muito na necessidade de aprendizado ou de investimento de tempo para descobrir um sentimento assim. E na minha opinião não basta descobrir, é preciso cultivar e cuidar daquilo que já existe.

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